terça-feira, 30 de setembro de 2008

20 anos depois....

Eu, o tal que está no post anterior em cima da Honda..................em Marrocos este ano

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O APELO MARROQUINO

Há 20 anos, ir a Marrocos era um sonho.

Como não podiamos lá ir, vieram os marroquinos até nós!


Brincadeiras parvas de jovens bem dispostos. Mas o pessoal divertia-se à brava.

A propósito, imaginem só quem é o condutor da XL ? Pois bem, depois das indicações dadas pelos marroquinos o tipo desde essa altura só pensa em voltar para Marrocos.....

domingo, 28 de setembro de 2008

ROLAR A 4 TEMPOS


Estávamos em 1985 e a Honda tinha nascido , ou renascido, em Portugal pela mão da Santomar.
Com uma estrutura bem montada na comercialização de veículos de duas rodas lançou inicialmente no nosso mercado "meia-dúzia" de modelos entre os quais uma moto que me interessou bastante: uma XL 125 Paris-Dakar com um motor a 4 tempos!

Já existiam no mercado umas tantas 125 a dois tempos com especial destaque para as Yamahas que dominavam o mercado. Apesar de serem motos de grande qualidade e excelentes performances nunca me conquistaram a atenção.

O motor a 4 tempos era algo que me fascinava e mesmo ficando a perder em termos de potência foi a XL a moto que decidi comprar.

Foi a a minha primeira moto a 4 tempos e também a minha primeira moto japonesa.

Dois anos depois a Honda lança a XL 350 e desse momento até ter a minha foi coisa de uns dias.
Fica aqui a foto de duas motos que recordo com muitas saudades.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

UMA FOTO PARA QUEM NÃO GOSTA DE MOTOS SUPER-DESPORTIVAS


Sem comentários....
Para arejar um pouco do cheiro a naftalina das fotos e recordações.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A minha primeira mota.

Tive a minha primeira moto há um bom par de anos, foi mesmo há tanto tempo que ainda não tinham inventado a máquina fotográfica! Foi mesmo há muito tempo, imaginem, ainda a Amália Rodrigues cantava!

Mas puxei pela memória e fiz aqui um desenho da máquina.

Em bom rigor, aquilo não era bem uma mota, era um conjunto de ferro velho aparafusado num velho quadro de Saxonete.

O motor, já velho e cansado de tanto arrastar caixas de sardinhas, tinha sido adquirido a um peixeiro que o tinha usado num triciclo de venda ambulante. Tudo o resto foi encontrado nas melhores sucatas da zona! Após um árduo trabalho durante as férias de verão resultou este veiculo que de imediato recebeu o nome : "Canga"
Nunca percebi muito bem porquê ou será que terá sido uma forma simpática de chamar "cangalho"?! Mas o nome ficou.
A máquina era francamente má, andava pouco, tinha pouca força, as mudanças saltavam constantemente, os travões eram deficientes, as suspensões funcionavam mal, resumindo, era mesmo um grande cangalho.
Era o que se podia ter e não era nada mau, era mais que suficiente para fazer de mim o tipo mais feliz da minha rua!


Toca a andar......

Estamos fartos de placas tipo: reduza a velocidade, circule devagar, blá blá blá.....

Andar devagar é socialmente aceite mesmo que quem o faça vá a empatar o trânsito.

Nisto os madeirenses são práticos e objetivos como ilustram estas placas colocadas em tantos lugares daquela ilha

Cada um que faça a sua leitura, para mim a mensagem é óbvia.

domingo, 21 de setembro de 2008

As antigas também podem ocupar a Pole Position


Uma experiência diferente: pilotar uma Vespa 125 cc de 1953 no Autodromo do Estoril!

Estamos a falar de velocidades estonteantes de cerca de 70-80 km/h na reta da meta num dia de vento forte pelas costas.
Há realmente prazeres difíceis de explicar........

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A verdadeira e inesquecível MOTO do Paris-Dakar

Já foi há muito anos, já se construíram muitas e melhores moto para o deserto mas esta ficou no meu imaginário, esta foi e será para mim a verdadeira Moto do Dakar.
Isto é, ou pode ser uma idiotice mas as nossas cabeças registam imagens que nunca se esqueçem....... É para mim um prazer olhar para esta máquina:

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Relembrar outros tempos

Em conversa com um amigo, manifestando o interesse em adquirir uma mota de 50 cc com mudanças com o propósito de ensinar o meu filho a conduzir, vem uma resposta e pergunta que não esperava:

-Queres uma Boss?

Claro que aceitei ainda mais que a coisa foi oferecida. Apesar de estar completa era uma versão adaptada para fazer entregas de pizzas. Depois de alguns anos no activo, a moto estava bem rodada e usada.

Resolvi por mãos à obra e fazer uma recuperação mais ou menos cuidada. Foi este o resultado: